sábado, 30 de agosto de 2008

MUDANÇA TECNOLÓGICA, REESTRUTURAÇÃOECONÔMICA E A NOVA DIVISÃO ESPACIAL DO TRABALHO

Está acontecendo em todo o mundo uma mudança fundamental relacionada a dois processos interligados: a revolução tecnológica e a reestruturação do capitalismo. A mudança tecnológica caracteriza-se pela representação de uma forma renovadora de produção que se baseia na informação e no conhecimento como pilares da produtividade. A alta tecnologia é uma nova forma de produção baseada na informação. A fase atual é baseada na implementação de políticas econômicas com o objetivo de “reorganizar as próprias bases do modelo de acumulação no âmago do capitalismo.”. Os fundamentos do novo modelo econômico são implantados em países de Primeiro Mundo, mas também em muitos do Terceiro através das exigências do FMI para aceitar financiar débitos em atraso. Para isso é preciso fazer algumas tentativas como, redefinir a relação entre capital e trabalho no processo de produção, aumento da produtividade e redução dos custos da força de trabalho; lutar contra a inflação e a maior tendência é a “crescente internacionalização da economia capitalista”. A hipótese é que a alta tecnologia é muito importante para o processo de realinhamento.
Analisando o texto pode-se concluir que a mudança tecnológica que está acontecendo pode ser considerada como a já conhecida globalização que diminui a distancia entre cidades, rompendo barreiras sociais, econômicas e culturais. Há aspectos negativos como a perda de independência das cidades e regiões que estão interligadas a outras com maior poder monetário. O novo modelo de crescimento capitalista, apoiado pelo “Estado Militar” está induzindo a uma nova estruturação/divisão do trabalho.
Bibliografia: Texto de Manuel Castells

Herbert Simon

Herbert Alexander Simon foi um economista americano que desenvolvel pesquisas no campo de psicologia cognitiva, informática, administração pública, sociologia econômica e filosofia. Era descrito por muitos como um polímata.
Mudanças revolucionárias em microeconomia são creditadas a Herbet Simon. Ele é responsável pelo conceito de tomada de decisão organizacional da forma como é conhecido atualmente. Foi também o primeiro discutir a este conceito em termos de incerteza; i.e. é impossível ter informação completa perfeita em qualquer tempo dado tomar uma decisão. Enquanto esta noção não era Simon inteiramente novo melhor é sabido para seu origination. Foi nessa área que ele recebeu o Prêmio Nobel em 1978, pelas suas pesquisas realizadas na área de "tomada de decisões no interior das organizações económicas". Segundo a sua teoria, a empresa deve ser encarada como um sistema de decisões onde o indivíduo é responsável pela tomada das mesmas.

sábado, 23 de agosto de 2008

Teoria Comportamental da Administração

Surgiu em 1947 nos EUA, dentro de uma fundamentação amplamente democrática. Baseia-se em novas proposições sobre a motivação humana, utilizando-se idéias de (principalmente) de McGregor, Maslow e Herzberg.

Origens:
- Oposição a Teoria das Relações humanas em relação à Teoria Clássica;
- Crítica a Teoria Clássica;
- Incorporação da Teoria da Burocracia;
- 1947: Início da Teoria Comportamental com o livro O Comportamento Administrativo de Hebert A. Simon;
- Surge com uma redefinição total de conceitos administrativos, ampliando seu conteúdo e natureza.

Características:
- Fundamenta-se no comportamento individual das pessoas;
- Estudo da motivação.

Hierarquia das necessidades de Maslow:

- Teoria da motivação:

Necessidades humanas estão organizadas e dispostas em níveis, numa hierarquia de importância e influenciação. Pode-se visualizar como uma pirâmide, onde, na base estão as necessidades mais baixas e no topo as mais elevadas como a auto-realização.



Foto: Abraham H. Maslow (1908 - 1970)



A hierarquia das necessidades, segundo Maslow

Fonte: CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da Administração, 3 ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Feira do empreendedor 2008


Durante 5 dias (02/09 a 06/09) acontecerá um grande evento no Expominas em Belo Horizonte: a Feira do Empreendedor. Ela oferecerá diversos seminários, palestras, atividades, entre outros, especialmente para empresas e empreendedores, e acredito que para nós, estudantes de Administração, vale a pena conferir!

A entrada é gratuita e para participar das atividades basta cadastrar-se no site: http://www.sebraemg.com.br/feiradoempreendedor/

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Lei seca: Empreendedores buscam alternativas para não perder clientes


Os bares de Belo Horizonte já contam com grande perda de clientes. Isso ocorreu por conta da Lei Seca (lei 11.705), sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 19 de junho, cujo objetivo é diminuir os acidentes de trânsito. Sabe-se que muitos deles ocorrem quando o motorista está sob efeito do álcool.

A lei parece estar funcionando, pois está afugentando as pessoas dos bares. De acordo com o diretor-jurídico da Abrasel (Associação Brasileira de Restaurantes e Empresas de Entretenimento), Persival Maricato, desde que ela entrou em vigor, os bares sofreram uma queda entre 30% e 40% no faturamento, o que acarretará demissões.

Como o governo não indica que irá recuar, o jeito, para os empresários que administram bares, restaurantes e danceterias, é usar a criatividade.Alguns bares estão oferecendo aos clientes caronas para casa via motoboy e pensam em oferecer chop sem álcool.

A lei, segundo a Agência Brasil, mostra que quem apresentar no teste do bafômetro percentual de álcool no sangue próximo de 0,3 miligrama fica sujeito a prisão de seis meses a três anos. Em quantidades inferiores, o condutor pode ser multado, perder a carteira de habilitação e ter o automóvel apreendido.

Antes dessa lei, o teor alcoólico permitido aos motoristas era de até seis decigramas de álcool por litro de sangue (o equivalente a cerca de dois copos de cerveja). Com a entrada em vigor da nova lei, o motorista que se recusar a fazer o teste do bafômetro sofrerá as mesmas sanções aplicadas ao motorista embriagado.

Fonte: http://www.administradores.com.br/

terça-feira, 8 de julho de 2008

Sérgio Cavalieri é premiado com título de Industrial do Ano

Sérgio Cavalieri (primeiro à esquerda na foto), presidente do conselho de administração da Alesat Combustíveis, faz parte da terceira geração da família que criou o grupo Asamar. Os negócios do grupo Asamar resistiram ao tempo e se expandiram por diversas áreas de atuação. No dia 16 de maio de 2008, Cavalieri recebeu o título de Industrial do Ano, concedido pela FIEMG (Federação das Industrias do Estado de minas Gerais).


Sua trajetória profissional começou no fim da década de 1970, na fábrica de Cimento Montes Claros, uma das empresas da família. Quando formou em engenharia foi convidado para ser chefe de obras.

Em 1985 o grupo diversificou sua atuação para o ramo agropecuário e o executivo foi transferido para a nova empresa. Depois voltou para a empresa de cimento e só em 1991 tornou-se diretor. No período, Cavalieri conciliava o trabalho na fábrica com as funções de professor universitário e diretor de escola técnica. A experiência com a comunidade foi ótima e ainda hoje é uma das marcas registradas das empresas do grupo.

A venda da fábrica de cimento marcou uma nova fase da vida do empresário. Em 1995 começava o processo de sucessão, da segunda para a terceira geração. Neste período surgiram a Metro Desenvolvimento Imobiliário e a Ale Combustíveis (hoje AleSat). Acompanhando as mudanças do mercado, o grupo Asamar passou a ter um perfil investigador. A gestão das empresas esta nas mãos de profissionais e os seis acionistas que integram a terceira geração dão o direcionamento estratégico, identificam novas oportunidades e acompanham os desafios de cada empresa, junto aos seus executivos.

Uma das mudanças mais marcantes na nova fase do grupo foi à união da Ale com a distribuidora potiguar Sat, dando origem a maior empresa do segmento do Brasil. A Alesat tem hoje 1,2 mil postos em 21 estados brasileiros e faturamento anual de 6,7 bilhões de reais.


O atendimento é o diferencial mais conhecido dos postos da rede Alesat. Ele pode ser percebido no modo de se vestir dos funcionários e na maneira como são treinados para atender os clientes.

As mudanças parecem estar longe de acabar. Para Cavalieri o segredo é: “Os valores humanos. O respeito aos funcionários, aos clientes, aos fornecedores. Acreditamos na retidão nos negócios, na postura ética e no respeito ao meio ambiente. Esses valores nasceram na família e na religião e criaram a identidade do grupo”.

Fonte: Revista Encontro Indústria - maio/2008

Chiavenato



Idalberto Chiavenato é prestigiado pela excelência de seus trabalhos na Administração e nos Recursos Humanos, além da contribuição literária, exerce influência na definição e aplicação de modernos e inovadores conceitos administrativos nas organizações bem-sucedidas.

É um dos autores nacionais mais conhecidos na área de administração de empresas e Recursos Humanos. É graduado em Filosofia/Pedagogia, com especialização em Psicologia Educacional pela USP; em Direito pela Universidade Mackenzie e pós-graduado em Administração de Empresas pela EASP-FGV. É mestre (MBA) e doutor (PhD) em Administração pela City University of Los Angeles, CA, EUA. Foi professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV, da Escola Interamericana de Administração Pública da FGV do Rio de Janeiro e de várias universidades no exterior, além de ser consultor de empresas.

Publicou mais de 40 livros de grande destaque no mercado, além de uma infinidade de artigos em revistas especializadas. É provavelmente o único autor brasileiro que possui 17 livros sobre administração traduzidos para o espanhol. Recebeu vários prêmios e distinções (como dois títulos de Doutor Honoris Causa) pela sua atuação na área de administração geral e de recursos humanos.

Fonte:
http://www.governo.es.gov.br/site/noticias/show.aspx?noticiaId=99668318