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terça-feira, 8 de julho de 2008

Chiavenato



Idalberto Chiavenato é prestigiado pela excelência de seus trabalhos na Administração e nos Recursos Humanos, além da contribuição literária, exerce influência na definição e aplicação de modernos e inovadores conceitos administrativos nas organizações bem-sucedidas.

É um dos autores nacionais mais conhecidos na área de administração de empresas e Recursos Humanos. É graduado em Filosofia/Pedagogia, com especialização em Psicologia Educacional pela USP; em Direito pela Universidade Mackenzie e pós-graduado em Administração de Empresas pela EASP-FGV. É mestre (MBA) e doutor (PhD) em Administração pela City University of Los Angeles, CA, EUA. Foi professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV, da Escola Interamericana de Administração Pública da FGV do Rio de Janeiro e de várias universidades no exterior, além de ser consultor de empresas.

Publicou mais de 40 livros de grande destaque no mercado, além de uma infinidade de artigos em revistas especializadas. É provavelmente o único autor brasileiro que possui 17 livros sobre administração traduzidos para o espanhol. Recebeu vários prêmios e distinções (como dois títulos de Doutor Honoris Causa) pela sua atuação na área de administração geral e de recursos humanos.

Fonte:
http://www.governo.es.gov.br/site/noticias/show.aspx?noticiaId=99668318

terça-feira, 1 de julho de 2008

Administração e Responsabilidade social


Vivemos em um mundo onde a responsabilidade social ainda é vista como uma vantagem competitiva pelas empresas. Isso porque são poucas as organizações que adotaram uma postura realmente ética diante de seus stakeholders.No entanto, a tendência é que isso, no futuro, deixe de ser diferencial para ser obrigação. Portanto, ganha a empresa que passar a investir em responsabilidade social desde já. Afinal, não estamos falando de instituições de caridade. Estamos falando de empresas - marcas - que competem num mercado global, precisam conquistar e fidelizar clientes e dependem de resultados financeiros positivos.
A responsabilidade social deve fazer parte dos negócios de uma empresa, pois produz ganhos de imagem institucional e benefícios internos e externos para a organização.O Papel do Administrador:Sabemos que a responsabilidade social é um processo irreversível para todas as empresas, sejam elas públicas ou privadas.

O papel do administrador é conscientizar as empresas para a importância da cidadania empresarial e, principalmente, ser o principal ARTICULADOR dessa transformação, já que domina todos os processos e conhece, como ninguém, o papel empresarial e social de uma empresa.O administrador sabe o caminho para a responsabilidade social dentro de uma organização. É ele que sabe gerir o processo. É ele que sabe diferenciar o mero assistencialismo, que apenas traz custo, da ação que vai gerar competitividade e ganho de imagem institucional para a empresa. E – por que não?– lucro. Enfim, o administrador é fundamental para uma gestão com responsabilidade social porque é o profissional que detém uma visão holística da empresa e sabe exatamente onde, quando e como agir, focado em resultados. O administrador toma as decisões, portanto a noção de responsabilidade social deve partir dele.
O primeiro passo é termos em mente que responsabilidade social não é caridade. São ações integradas que, se geridas com eficiência e eficácia – aqui entra o papel do administrador – produzem um resultado que se traduz em maior produtividade e bem-estar para as pessoas, no caso de um ambiente de trabalho, e benefícios para a sociedade como um todo, caso, por exemplo, a empresa decida investir em uma ONG. Os benefícios para a sociedade também são alcançados no cumprimento das obrigações legais, que, conseqüentemente, irão destinar valores para saúde, educação, preservação do meio ambiente, segurança, saneamento básico etc.Uma coisa levará à outra. Se uma empresa age com responsabilidade e cidadania, suas ações irão se refletir na sociedade e os benefícios vão chegar a todas as pessoas. Por isso, a frase: "Os benefícios chegam até você".Já a frase "Administração com Responsabilidade Social" sugere que, além de Administração, as empresas precisam de ADMINISTRAÇÃO COM RESPONSABILIDADE SOCIAL, já que sem essa atitude será cada vez mais difícil sobreviver no mercado daqui para frente.



(Adaptação feita a partir da matéria do site administradores.com)

quarta-feira, 25 de junho de 2008

O perfil do líder na atualidade

Ser carismático, valorizar as pessoas, motivar colaboradores, saber ouvir e dar feedback. Essas são apenas algumas das caracteristicas atualmente atribuídas a um bom líder e exigidas pelo mercado profissional. As empresas estão a procura de gestores que coordenem e executem tarefas com total dedicação e paixão pelo que fazem.
O líder é o ponto-chave dentro de uma organização. Ele é o responsável pelo desenvolvimento da equipe. O sucesso de uma empresa depende muitas vezes da atitude do gestor. Uma liderança ruim pode trazer serias consequencias para todos.
Para a professora Maria do Rosário Martins, mestre em Administração ser líder nos dias de hoje é ter a capacidade de unir pessoas, comungar objetivos, amar e respeitar o próximo, é ter ética e nunca perder de vista os valores morais em prol do sucesso.
Fonte: Portal do Administrador

quarta-feira, 16 de abril de 2008

O Papel do Administrador de Empresas

Procurando informações sobre nosso querido curso, acabei encontrando dois vídeos que demonstram o papel do administrador dentro das empresas.
Tendo em vista nosso interesse sobre funções, habilidades e papel do administrador, resolvi postá-los no blog.


O primeiro vídeo é um explicação de Jean Chatziefstratiou, sobre as funções e as capacidades necessárias à um administrador.



O segundo é com Philippe Reichstul, sobre as qualidades e o tipo de visão que todo administrador deve possuir.



(fpnte dos vídeos: http://www.ikwa.com.br/)

terça-feira, 8 de abril de 2008

A Administração na Sociedade Moderna

· Administração: Um fenômeno universal no mundo moderno.

Toda empresa precisa não só de um administrador, mas de uma equipe de administradores que atuem em funções diversas para atingir os objetivos da instituição.
Dentre as numerosas atividades administrativas pode-se citar: a tomada de decisões,
a condução de pessoas, a coordenação de múltiplas atividades, entre outros.

· Administrador:

- Profissional cuja formação é ampla e variada:

Profissionais desta área precisam conhecer disciplinas diversificadas como matemática, sociologia, direito e contabilidade; precisam lidar com pessoas (seja assessorando ou controlando); precisam estar atentos às previsões futuras; lidam com eventos internos e externos de uma empresa; etc.

- Agente de mudança e transformação das empresas:

Os administradores levam as empresas a novos rumos, novos objetivos, novas estratégias e tecnologias. Com suas direções e educações, modificam comportamentos e atitudes das pessoas. Com seus estilos administrativos influenciam na cultura organizacional existente nas empresas e por fim, modificam a vida de funcionários lidando com eles nas instituições.

Os Primórdios da Administração

Os primeiros indícios da ultilização de práticas asministrativas datam aproximadamente o ano 5000 a.C., na região da Sulméria, quando, visando procurar melhores alternativas de resolverem seus problemas práticos, os antigos sulmérios exerciam a prática de administrar.
Mais adiante, podemos citar como exemplo alguns fatos que demononstram a utilização da administração nos setores públicos, econômicos e sociais:

  • A Constiruição de Chow com seus oito regulamentos e as regras de administração pública de Confúcio, na China, por volta do ano 500 a.C.. demontra a tentativa chinesa de definir regras de princípios de administração.
  • Ptolomeu, no Egito, que desenvolveu um sistema econômico que jamais poderia ter sido operacionalizado sem uma administração pública sistemática e organizada.
  • As instituições otomanas, pela forma que administravam os grandes feudos.

Na evolução histórica da administração duas instituições merecem grande destaque: a Igreja Católica e as Organizações Militares.
A Igreja Católica Romana se mostrou ao longo do tempo a organização mais eficiente da civilização ocidental. No decorrer de vários séculos vem mostrando e provando a força de atração de seus objetivos e eficácia de suas técnicas organizacionais e administrativas, exercendo uma grande influência mundial, inclusive sobre o comportamento de seus fiéis.
As Organizações Militares destacaram-se pela evolução das displincentes órdens dos cavaleiros medievais e dos exécitos mercenários dos séculos XVII e XVIII até os tempos modernos com uma hierarquia de poder rígida e a adoção de princípios e práticas administrativas comuns a todas as empresas da atualidade.
Outra raiz histórica que merece ser citada neste artigo foi o aparecimento de grupos de professores e administradores públicos chamados fiscalistas ou comércialistas, na Alemanha, Austria e França, entre os anos de 1550 e 1700. Os fiscalistas ou comercialistas franceses valorizavam a riqueza física e o Estado, pois as reformas fiscais exigiam uma administração sistemática, especialmente no setor público.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

A história do curso de Administração no Brasil

Os cursos de Administração no Brasil têm uma historia muito curta, principalmente se compararmos com as dos Estados Unidos, onde os primeiros cursos na área se iniciaram no final do século XIX, com a criação da Wharton School, em 1881, sendo que somente em 1952 se iniciou o ensino da Administração no Brasil.

O contexto para a formação da Administração no Brasil começou a ganhar contornos mais claros na década de quarenta. A partir desse período, acentua-se a necessidade de mão-de-obra qualificada e, conseqüentemente, da profissionalização do Ensino da Administração. Fazia-se necessário à formação de pessoal especializado para planificação de mudanças, em uma sociedade que passava de um estágio agrário para o industrial. Tratava-se de formar, a partir do sistema escolar, um Administrador profissional, apto para atender o processo de industrialização. Tal processo desenvolveu-se de forma gradativa, desde a década de 30, porém, acentuou-se por ocasião da regulamentação da profissão, em 9 de setembro de 1965, data em que se comemora o dia do Administrador.

O ensino da Administração está relacionado ao processo de desenvolvimento do país, durante o governo de Getulio Vargas e de Juscelino Kubitschek.

O surgimento da Fundação Getulio Vargas (FGV) e a criação da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (USP) marcaram o ensino e a pesquisa de temas econômicos e administrativos no Brasil, contribuindo para o processo de desenvolvimento do país.

A FGV representa a primeira instituição que desenvolveu o ensino da Administração. Sua origem remota á criação do Departamento de Administração do Serviço Público (DASP), em 1938. Esse órgão tinha por finalidade estabelecer um padrão de eficiência no serviço público federal e criar canais mais democráticos para o recrutamento de Recursos Humanos para a administração pública, por meio de concursos de admissão.

Em 1952 foi criada a Escola Brasileira de Administração Pública (EBAP), pela FGV. Pouco depois a FGV cria uma escola destinada especialmente à administração de empresas.

A partir da década de sessenta, FGV, passou a criar cursos de pós-graduação na área de administração publica e de empresas. Em meados dessa década, iniciou a oferta de cursos regulares de mestrado nessas áreas.

Com a criação do mestrado, a FGV passou a ser o centro formador de professores para outras instituições de ensino, no momento em que ocorria uma enorme expansão dos cursos de administração. Como conseqüência dessa expansão a entidade passou a ministrar um curso de doutorado nessa área.

A USP também é outra instituição de muita relevância para o desenvolvimento do curso de administração. Em 1946, foi criada a Faculdade de Economia e Administração que tinha por objetivo formar funcionários para os grandes estabelecimentos das instituções públicas e privadas.

No final dos anos 60, a evolução dos cursos de administração ocorreria não mais vinculado a Instituições universitárias, mas ás faculdades isoladas que proliferaram no bojo do processo de expansão privatizada da sociedade brasileira. Essa expansão também está relacionada ao plano econômico, uma vez que a partir da década de 60, ocorreu um crescimento acentuado das empresas, estrangeiras e estatais, permitindo a utilização crescente da técnica. Isso implicou diretamente a necessidade de profissionais com treinamento específico. Isso veio a constituir um espaço potencial para a utilização dos Administradores que passaram pelo sistema escolar.

No ano seguinte a regulamentação da profissão o Conselho Federal de Educação fixou o primeiro currículo mínimo do curso de Administração, que seria constituído de matérias tais como: matemática, contabilidade, teoria geral da administração, estatística, entre outras. Além dessas matérias, tornava-se obrigatório o Direito Administrativo, ou Administração de Produção e Administração de Vendas, segundo opção dos alunos. Além de haver o estágio supervisionado de seis meses para obter o diploma.

A partir dessa regulamentação procurou-se instituir organismos que controlassem o exercício da profissão. Foram criados, então, os Conselhos Regionais de Administração (CRA´s).



Fonte: CFA