segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Auto-avaliação: veja cinco perguntas que você deve fazer à sua empresa

Todo líder precisa passar por um processo de auto-avaliação. Para isso, é indicado que ele faça cinco perguntas essenciais para a empresa em que atua, de acordo com o mestre da Administração Peter Drucker*.

Elas são: qual é a nossa missão? Quem é o nosso cliente? O que o nosso cliente valoriza? Quais são nossos resultados? Qual é o nosso plano? As questões constam no livro "As cinco perguntas essenciais que você sempre deverá fazer sobre sua empresa", lançado pela editora Campus-Elsevier e ajudam o profissional a saber se está cumprindo com seu propósito.

"Os aspectos mais importantes da ferramenta de auto-avaliação são as perguntas apresentadas por ela. As respostas são importantes porque elas levam à ação. Mas o importante é fazer essas perguntas", diz Drucker.

Perguntas simples
De acordo com Drucker, perguntas simples como as que se coloca podem ser profundas e exigir do responsável pela responsável muito reflexão. É preciso fazer uma auto-avaliação extremamente franca, o que pode ser doloroso.

Ele explicou que estas questões podem ser aplicadas em qualquer organização. Elas orientam no processo de análise e dão origem a um plano estratégico mensurável e focado em resultados para ampliar as metas das empresas.

Este modelo de auto-avaliação é flexível e adaptável e pode ser usado em qualquer sala de reuniões, seja em uma empresa pública, seja em uma empresa privada. O que importa é que, depois da análise, exista um comprometimento com as mudanças que forem necessárias ou com o processo que se coloca.

* Drucker, que morreu aos 95 anos em 2005, foi professor, consultor e escritor. Prestou consultoria para 13 governos, instituições públicas e grandes corporações. É autor de 13 livros, traduzidos para 20 idiomas.

Fonte : site administradores.com

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Manter bons relacionamentos é um dos segredos para a fidelização dos clientes

Produção enxuta e redução dos estoques. A regra do mercado atual é produzir apenas o que foi encomendado e da maneira como o mercado consumidor deseja. Essas e muitas outras práticas adotadas na produção mundial vieram do Oriente e se referem ao que chamamos de modelo Toyota.
Não é uma tarefa fácil fidelizar clientes quando o ciclo de vida dos produtos está reduzido e há uma grande diversidade de marcas e de modelos disponíveis. A situação fica ainda mais complicada quando os consumidores são bombardeados por todos os lados com anúncios vendendo as melhores opções, as últimas novidades e ofertas imperdíveis.
Para Nelise Zymberg, consultora de Marketing, “o sucesso, em meio a tanta competitividade, é conseqüência dos bons relacionamentos. Adaptar-se à clientela é fundamental e tornou-se uma prioridade”. Desde que vigora o modelo japonês, a principal alteração para o Marketing foi no foco das ferramentas empregadas: o produto, antes em primeiro plano, cede lugar ao cliente.Marketing de Relacionamento é o que indica Nelise Zymberg. Para ela, uma boa estratégia de Marketing depende do estudo aprofundado dos públicos, das novas tecnologias envolvidas, do ambiente organizacional, dos recursos disponíveis e de qualquer fator que possa influenciar na execução dos planos elaborados pela gerência.“Se anteriormente o objetivo era manipular consumidores, agora o desejo é de convidá-los a participar da organização. Assim é que se alcança a credibilidade e, a longo prazo, uma marca com boa reputação agregada, importantes diferenciais para uma empresa na atual situação do mercado”, diz a consultora.
O uso do CRM (Customer Relationship Management) é indicado quando a empresa pretende ter clientes para sempre, conquistando gerações. Para que os objetivos sejam alcançados de maneira eficaz, o emprego da ferramenta deve ser um processo contínuo para que a venda seja uma conseqüência do bom relacionamento.
Vale a pena também apostar na excelência de atendimento. O modelo Disney, adotado por várias empresas em todo o mundo, prioriza a motivação dos colaboradores para maximizar a qualidade de atendimento aos clientes. “Todas as relações que podem influenciar na maneira como o público consumidor vê a organização devem ser trabalhadas com cuidado. Para tudo operar em perfeita sintonia, ter um bom relacionamento com fornecedores, o governo, a imprensa, os funcionários e a concorrência é essencial”, afirma Zymberg.
Fonte: administradores .com

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Os 10 maiores erros na dinâmica de grupo

Você pode até ficar nervoso na medida em que o processo de seleção da vaga que tanto almeja progride. Mesmo assim, consegue ser aprovado etapa a etapa. Chega então a dinâmica de grupo e tudo parece correr bem, mas no dia seguinte, um telefonema rápido ou mensagem eletrônica lacônica informa que você foi desclassificado. O que aconteceu? Tudo parecia ter corrido relativamente bem, mas você acabou descartado. Por que? Algumas vezes o motivo pode estar relacionado com algum deslize seu muito mais do que na capacidade que você tem para ocupar a tal vaga. Se se encaixar nas exigências de um cargo já é tarefa difícil, não dá para dar mole e errar justamente naquilo que parece mais elementar: o comportamento na dinâmica. Para isso, o Universia ouviu a opinião de empresas e pessoas ligadas à processos de recrutamento para descobrir quais são os dez principais erros cometidos numa dinâmica de grupo. Veja a seguir o que eles revelaram.


Entrar mudo e sair calado

"A dinâmica é uma ferramenta que reflete o dia-a-dia do trabalho da empresa. Para isso são analisadas as negociações, a execução de tarefas e a organização, entre outras coisas. O essencial para o candidato é se comunicar num processo seletivo. É necessário participar, falar, se expressar e não ficar alheio à discussão. Quem não interage corre o risco de deixar os concorrentes se sobressaírem. A proposta da dinâmica é entender como os candidatos agem, trabalham em grupo, expõe idéias e se relacionam. No entanto, deve-se manter o equilíbrio para não falar demais e bancar o líder, ou ficar sem participar e não mostrar as qualidades e potenciais."

Luiz Alberto Bueno - gerente de recrutamento e seleção da Novartis Brasil



Não conhecer sobre a empresa

"Se o candidato chega à dinâmica e não sabe o que a empresa faz, transparece que não teve interesse de buscar informações sobre a companhia. Comparecer num processo seletivo informado sobre a organização, os produtos, o que desenvolve ou se está crescendo na área de atuação é muito importante para o desenvolvimento do candidato na dinâmica. Se existe conhecimento sobre a empresa há maior identificação e mais motivação dos candidatos."

Renata Damásio - consultora de carreira da Cia de Talentos


Vestuário inadequado

"A roupa do candidato deve ser formal e não pode chamar mais atenção do que ele. O essencial é saber qual é o perfil da empresa para não errar. Para as mulheres o mais importante é tomar cuidado com saias e vestidos, além da maquiagem excessiva. Os homens devem evitar camisas coladas, calças jeans com muitos bolsos e o boné, que é inadmissível. Cores fortes, brilhos e acessórios vistosos também são mal vistos pelos selecionadores. Quando o candidato abusa na roupa, a empresa pode interpretá-lo como alguém artificial, que pode esconder alguma coisa e não tem muito a oferecer."

Tadeu Otávio Tales Sampaio - coordenador de estágio e professor de Psicologia da Universidade Fumec de Minas Gerais



Falar mal da empresa ou chefe anterior

"É complicado um candidato que está em busca de novas oportunidades falar mal da empresa em que trabalha ou do atual chefe. Fica perceptível a postura errônea desta pessoa e a falta de ética. Existem outras maneiras de falar, o momento e a forma certa de colocar um ponto de vista. De imediato passa imagem negativa. As condições particulares não precisam necessariamente ser ditas. De repente, ele fala que está a procura de algo novo, pois a organização vai contra o que acredita. Quando o candidato fala no impulso, a impressão que passa é que diante do primeiro problema com que se deparar, vai falar mal ou procurar outra coisa."

Luciana de Barros - analista de recursos humanos sênior da unidade de venda direta do Grupo Whirlpool



Fingir comportamentos

"Inventar algo que não existe é uma forma negativa de tentar passar numa dinâmica de grupo. Se os observadores forem experientes, esta ação é percebida na hora. O candidato acredita que simular ou se colocar de forma não natural seja positivo para conseguir passar, no entanto, é erro grave. A dinâmica faz parte de um conjunto, e desta forma, manter postura fictícia não é fácil e pode contradizer com as atitudes e comportamentos. Os exercícios estimulam uma expressão espontânea e o candidato com postura irreal não vai ficar a vontade, ter criatividade e naturalidade."

Alice Dias Paulino - psicóloga da UEM (Universidade Estadual de Maringá) e psicóloga do trabalho da ABRE (Agência Brasileira de Estágio)



Supervalorização de si

"Algumas características são fatais. O candidato que se supervalorizar olhará para grupo com visão superior. Porque ele é de escola ou faculdade melhor, fala idiomas e já viajou, pode chegar se achando o máximo e se julgar mais valorizado. Por mais sutil que seja, é perceptível e condenado pelas organizações. Muitas vezes não precisa nem falar, a própria postura da pessoa condiz com esta atitude. Hoje em dia a boa formação é considerada um diferencial, mas a competência comportamental também precisa ser desenvolvida."

Ricardo Dreves - diretor geral da Dreves e Associados Consultoria em Recursos Humanos



Currículo com informações mentirosas

"Quem está procurando vaga deve apresentar conhecimentos reais no currículo, pois qualquer informação falsa pode ser percebida na dinâmica. Colocar inglês fluente e não falar, ter conhecimento em informática e o mesmo não existir, o desclassificará do processo. Na seleção, o candidato dá ênfase nos conhecimentos que mais domina, quando a dinâmica pede alguma atividade mais complexa, que exija os conhecimentos na prática, há chances de não se dar bem. Às vezes, a apresentação pessoal pode ser em inglês e faltar com a verdade nesta ocasião não soará bem de modo algum. Mentir em questões técnicas é inadmissível."

Mirian Meireles - pedagoga e diretora da GNE (Gerenciamento Nacional de Estágios)



Falta de postura

"O compromisso profissional é observado o tempo todo. Tudo o que o candidato faz pode ser usado contra ou a favor dele. Chegar no horário, respeitar o local em que está, responder quando é chamado, fazer perguntas quando houver oportunidade, são fatores que precisam ser respeitados e, também, são valorizados pelos selecionadores. Quando não acontece, o candidato deixa uma imagem ruim. Na dinâmica de grupo 'compramos' alguém e a pessoa se 'vende'. Observamos mais o conteúdo do que a quantidade de ações."

Camila Dantas - responsável pelo desenvolvimento pessoal da Braskem



Conversas paralelas

"Prestar atenção enquanto o colega se expõe é questão de respeito. Geralmente as turmas são grandes e requer paciência até todos se apresentarem. Evitar conversas com pessoas próximas mostra que existe foco com quem dirige a dinâmica ou com quem interage no momento. Deste modo, o candidato demonstra atenção, respeito, ética e profissionalismo. Quando há conversas, o selecionador pode interpretar como atitude de candidato sem concentração em suas ações e até como falta de educação com o próximo. Na maior parte das vezes o selecionador não vai chamar a atenção de quem tem esse comportamento, mesmo porque o objetivo é fazer com que as pessoas se mostrem como elas são."

Paulo Ishimaru - gerente de comunicação do Grupo Soma Consultoria em Recursos Humanos



Não dar importância ao trabalho da equipe

"Quando o candidato trabalhou pouco há dificuldade de lidar com atividades em equipe. As instituições que não são de primeira linha forçam os alunos a fazer mais trabalhos em grupo, realizar atividades fora da sala de aula e procurar emprego. Consequentemente são candidatos que possuem conhecimento maior e podem se dar melhor numa dinâmica de grupo. Já os universitários das faculdades de primeira linha, em alguns casos por terem poder aquisitivo melhor, não são estimulados tão cedo a buscar oportunidades no mercado, executam mais atividades individuais e ficam centrados na própria instituição. Numa dinâmica é necessário entender de hierarquias, pessoas e como trabalhar em grupo."

Ricardo Dreves - diretor-geral da Dreves e Associados Consultoria em Recursos Humano


Publicado em 28/10/2008 no site: http://www.universia.com.br



A Semana Global do Empreendedorismo

Vem ai o maior movimento mundial de empreendedorismo, a Semana Global do Empreendedorismo. Ela faz parte da campanha nacional Bota pra Fazer, que acontece durante o ano todo e tem como objetivo despertar a atitude empreendedora que existe em cada pessoa.

A Semana Global do Empreendedorismo acontecerá entre os dias 17 e 23 de novembro no Brasil e será um movimento que reunirá diversas atividades relacionadas a empreendedorismo, idéias, criatividade, negócios, entre outros temas. Uma novidade que vai interligar pessoas de todos os Estados brasileiros.

Para participar, basta acessar o site http://www.semanaglobal.org.br e cadastrar-se.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

A Crise e o Cafezinho (por Tom Coelho)


É sempre assim. Quando uma crise qualquer ecoa em uma empresa, quem paga o pato é o cafezinho! Explico-me.

Tenho conduzido processos de reestruturação em empresas ao longo dos últimos anos. E o receituário para corporações em conflito passa necessariamente pela redução de custos.

Assim, procuro focar os cortes em ações significativas, atacando desperdícios e despesas supérfluas, revendo contratos de fornecimento, cuidando com atenção das despesas financeiras e, em especial, coibindo abusos da alta gestão por meio de uma nova cultura. Isso significa separar gastos pessoais de corporativos, no caso de pequenas e médias empresas, e adotar critérios mais rigorosos para pagamento de bônus e concessão de benefícios, nas empresas de grande porte.

Todavia, há ainda quem inicie um plano de estabilização pela extinção do café servido na copa, seguido da suspensão de treinamentos e programas de qualidade de vida, meio ambiente e sustentabilidade, propaganda e promoção, e até pesquisa e desenvolvimento. Claro que no final da linha está projetada uma indefectível onda de demissões, varrendo a empresa e assombrando os trabalhadores.

Em tempos de crise propalada como a que ora experimentamos, quando a panacéia toma conta não apenas dos mercados financeiros, mas também da cabeça dos gestores de empresas, cegando-lhes diante da realidade dos fatos e ceifando-lhes a racionalidade, há que ter ponderação, bom senso, prudência e visão de futuro.

Porém, a posologia míope adotada por muitos gestores coloca em um mesmo saco despesas operacionais e investimentos. Os aumentos de produtividade auferidos por meio de programas de capacitação são esquecidos. Os ganhos intangíveis de médio e longo prazo decorrentes de programas de qualidade de vida são desconsiderados. A melhoria na imagem institucional em função de ações relacionadas ao desenvolvimento de uma cultura de sustentabilidade é ignorada.

Iniciativas que demandaram meses ou anos para serem planejadas, estruturadas e implementadas são abortadas. Assim, jogam no lixo não somente o investimento realizado, mas também o entusiasmo, o comprometimento e as expectativas das pessoas envolvidas. A mudança nas regras do jogo desequilibra o sistema. A confiança, esteio das relações, é abalada com severidade.

No exato momento em que a comunicação precisa ser reforçada, campanhas publicitárias são suspensas. Quando novas tecnologias e processos precisam florescer, a inovação recrudesce.

Por fim, ocorrem as demissões irracionais, úteis apenas para enviar cérebros que conhecem o negócio, o mercado e a empresa para os braços da concorrência.

Não estou minimizando a conjuntura atual, mas apenas lhe conferindo a dimensão adequada. A economia sofrerá uma contração graças ao princípio da profecia auto-realizável: o pessimismo vai permear todo o sistema, reduzindo crédito, investimento e consumo em cadeia.

Algumas atividades sofrerão retração decorrente de menor demanda; a agricultura poderá sofrer perdas se, por ocasião da colheita, os preços vigentes não remunerarem o maior custeio atual da safra; há empresas que pagarão o preço por terem apostado em operações com derivativos quando deveriam ter focado sua atividade-fim. Mas não me venham com essa balela de real depreciado porque a cotação do dólar está há meses aquém de um patamar mínimo aceitável, nem com essa retórica de depressão econômica mundial iminente.

O que falta aos gestores – públicos e privados – é primeiro questionar onde, de fato, a crise está aportando. Depois, identificar as oportunidades ocultas. E, finalmente, diante da necessidade de ajustes, procurar cortar as gorduras – e não a carne.

sábado, 25 de outubro de 2008

Reconhecimento da governança corporativa

A governança corporativa das companhias tem sido objeto de vários estudos e passou a ser amplamente reconhecida como um fator essencial para o acesso das empresas ao mercado de capitais. O termo governança corporativa foi criado no início da década de 90 e, de acordo com a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), ela é definida como o conjunto de relações entre a administração de uma empresa, seu conselho de administração, seus acionistas e outras partes interessadas.
Na teoria econômica tradicional, a governança surgiu para criar mecanismos eficientes e aptos a superar o chamado "conflito de agência", que surge quando o titular da propriedade delega ao agente o poder de decisão sobre essa propriedade e os interesses dos dois lados - daquele que administra a propriedade e de seu titular - nem sempre estão alinhados. Para evitar esse conflito, ela concedeu novo enfoque ao Conselho de Administração, à Auditoria Independente e ao Conselho Fiscal, a fim de assegurar o controle da propriedade sobre a gestão.Nesse sentido, a boa governança, norteada pelos princípios de transparência, eqüidade e responsabilidade, ajuda a diminuir os efeitos da assimetria informacional, atribuindo importância idêntica aos interesses de todas as partes da organização e minimizando os problemas decorrentes do conflito de agência. Em conseqüência, preserva e aumenta o valor da sociedade.
Tanto é assim que, em junho de 2000, a McKinsey & Co, em parceria com o Banco Mundial, conduziu uma pesquisa - "Investors Opinion Survey" - junto a investidores, representando um total de carteira superior a US$ 1,65 bilhão, destinada a medir eventuais acréscimos de valor às companhias que adotassem a governança corporativa. Apurou-se que os investidores pagariam entre 18% e 28% a mais por ações de empresas que adotassem melhores práticas de administração e transparência.
No Brasil, os programas de governança corporativa estão sendo cada vez mais adotados pelas companhias, sobretudo porque o modelo empresarial do país encontra-se em um momento de transição. De grandes oligopólios, de empresas familiares e de controle acionário definido e concentrado, caminha-se para uma nova estrutura de empresa, marcada pela participação de investidores institucionais, fragmentação do controle acionário e foco na eficiência econômica e transparência de gestão.
Há vários fatores de pressão a favor dessas mudanças: privatizações; movimento internacional de fusões e aquisições; impacto da globalização; necessidades de financiamento; intensificação dos investimentos de fundos de pensão e postura mais ativa dos investidores institucionais.
Dessa forma, não se pode deixar de reconhecer a importância das boas práticas de governança corporativa. Com o inexorável movimento de globalização econômica e seu reflexo no mercado de capitais, é inevitável que haja maior homogeneização das regras que regem as companhias, na medida em que os investidores, possuindo diversas opções para a aplicação de seus recursos e com facilidade para operar em vários países, estão cada vez mais exigentes com relação a seus investimentos.
Fonte: site administradores.com

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Iveco: Uma Empresa Global

A Iveco é uma das maiores produtoras de caminhões do mundo e a maior produtora de ônibus da Europa. Ano passado, suas vendas somaram 17 bilhões de dólares, com 295 mil veículos comercializados em todo o mundo (vende, portanto, por ano, em todo o mundo, duas vezes mais caminhões que todo o mercado brasileiro).

São 33 fábricas em 19 países como Itália, Alemanha, França, Austrália, etc. Sua atuação comercial atinge mais de 100 países. Na América do Sul, a Iveco possui três fábricas: no Brasil, na Argentina e na Venezuela. Esta base produtiva mundial emprega mais de 26.000 pessoas. Existe cerca de 1.200 concessionárias e mais de 4.500 pontos de atendimento.

A  Iveco faz parte do Grupo Fiat, cujo faturamento anual é de 59 bilhões de euros. Em 2007, o faturamento mundial da Iveco foi de 12 bilhões de euros, com a venda de 295 mil unidades, entre caminhões e ônibus.