sábado, 28 de junho de 2008

Filosofia Política


Introdução

O que se segue é uma análise pessoal baseada em textos científicos sobre a filosofia política. È importante frisar que, para mim, o assunto referido é de extrema importância na vida de qualquer pessoa, já que, a política em geral e em seus múltiplos significados é necessária para entendermos o mundo tal como ele é. A sociedade não pode esquecer que ela é, em grande parte, a principal peça para que a política funcione e que não basta votar em um candidato à presidente, por exemplo, é preciso participar ativamente da vida política.


O que é Política?


Etimologicamente falando a palavra política surgiu na Grécia Antiga e quer dizer: polis = cidade. Pode-se dizer que política são as ações que um indivíduo toma em relação à vida pública ou que é a atitude de governar e decidir quais são os caminhos que a cidade deve seguir.

"A Filosofia Política corresponde ao estudo crítico da natureza, justificação e extensão do estado." Publicada por Vítor João Oliveira (qualia-esob.blogspot.com)

O homem político é aquele que tem o poder de decidir, em prol da sociedade como um todo, ou seja, do interesse comum, qual é o rumo que a mesma tem que seguir. Não se pode esquecer que o poder de opinar nas decisões da cidade é somente de responsabilidade e direito do governante, todos os cidadãos têm direito de participar de toda decisão política.
A política influencia a vida da população de várias maneiras como, por exemplo, nas leis, saúde, educação, alimentos, transportes, segurança etc. É importante ressaltar que toda e qualquer lei é, de certa forma, responsabilidade de quem elegeu o representante, já que, é função do mesmo criar leis.


Concepção Grega de Política


Na Grécia antiga (séc. XII a VIII a.C.) surgem os mitos com Homero que escreveu a Ilíada e a Odisséia e, nessa época, havia a crença de que os deuses interferiam na vida de todos e na natureza. As leis eram também feitas e ditas pelos deuses e repassadas ao povo pelo poeta aedo. Com o passar dos séculos muitas coisas mudaram como o surgimento das pólis (cidade-Estado), da moeda e da escrita. A última possibilitou a criação das leis escritas, surgindo assim a filosofia no século VI a.C. Com a filosofia ocorreu a busca pela racionalidade, ou seja, a procura da verdade sem os mitos que antes ditavam o comportamento grego.
Em decorrência das mudanças surgiram a cidadania e a democracia para se opor ao comportamento aristocrático. O cidadão passa a entender que pode e deve atuar nas decisões políticas da sua cidade, porém, na época, não haviam direitos iguais e somente homens livres e moradores da cidade podiam interferir e opinar nas reuniões políticas que aconteciam na cidade.
A Guerra de Peloponeso culminou na derrota de Atenas para Esparta e a concepção de democracia ateniense acabou e surgiram então os macedônios, com Platão e Aristóteles:

  • Platão era contra a democracia vigente e, em sua opinião, só tinham direito de decidir e atuar politicamente os homens que realmente fossem preparados e entendessem de política.

  • Aristóteles foi discípulo de Platão e criticava os pontos de vista que o mesmo tinha (achava-o muito exagerado), porém achava que nem todos tinham capacidade de governar, por exemplo, artesãos e comerciantes. Aristóteles criou a "divisão das formas de governo – monarquia, aristocracia e república – conforme se refiram ao governo de um só, de um peque grupo ou povo." (Temas de Filosofia 1ªedição pg. 153). Para Aristóteles o importante são a justiça e a "vida boa" (os cidadãos tinham o direito de viver bem e harmoniosamente). Para que isso acontecesse era preciso que as formas de governo sejam éticas, corretas e não se submetam à corrupções. O interessante é que Aristóteles tinha uma forma de pensar futurista, pois, já se preocupava com a boa educação dos jovens para que eles se tornassem bons cidadãos e, até mesmo, bons governantes.
    Para os gregos o modelo ideal de governo é aquele que possui normas e sabe distinguir o bom governo do governo corrompido.



A Política Medieval


Na Idade Média ocorre a busca de passar ao povo a crença de que o rei é um homem que está acima de todos porque ele nasceu abençoado e indicado por Deusa ser seu representante na terra. Todos tinham que ver o rei como um homem bom, justo e acima de qualquer contestação. Nota-se que o poder político está ligado à Igreja, ou seja, o poder espiritual guia o temporal e toda ação deve ser feita com base no cristianismo.
Essa interdependência entre o Rei e a Igreja causou muitos conflitos entre ambos e filósofos passaram a defender a separação dos poderes espiritual e temporal.


A Autonomia da Política


No século XVI, Maquiavel passa a defender a autonomia política sem ligações à preocupações filosóficas e cristãs. Em vez de pensar como os governantes deveriam agir, Maquiavel começou a falar, sinceramente, como os mesmo governavam de fato. Para Maquiavel era impossível governar sem, às vezes, usar a violência e o bom político é aquele que sabe identificar os erros com precisão e acabar com eles de forma eficiente e eficaz. É preciso distinguir que os valores morais não são válidos na vida política, já que, a última se preocupa com a comunidade e não com um só, por isso, às vezes, é necessário agir contrariamente às leis para garantir que a sociedade permaneça em ordem e equilíbrio. A mudança do pensamento político indica que as atitudes não são mais feitas com base na religião.

"É muito mais seguro para um príncipe ser temido do que amado." Maquiavel


O Fortalecimento do Estado


A palavra Estado só surge no Renascimento e na Idade Moderna e significa a posse de um território por parte dos governantes que conduzem a cidade e seus moradores. Com essa nova concepção o governante se torna apto a formular leis, cobrar impostos, criar exércitos etc. conclui-se que somente o Estado pode possuir o poder.
O Estado surgiu das monarquias que buscavam justificar o poder absoluto do rei, mesmo se para isso tiver que usar a violência contra os seus.


Teorias Contratualistas


Mesmo com o surgimento do Estado havia filósofos que defendiam o direito divino dos reis, como Bossuet e alguns que queriam ainda mais a legitimação do poder baseada na racionalidade.
Filósofos como Hobbes, Locke e Rousseau buscam entender o porquê do homem escolher viver em um Estado em vez do seu estado de natureza.
  • Hobbes defende o poder soberano, já que, na sua concepção os homens não conseguem viver em paz sem um poder maior para controlá-los.

  • Locke critica o Absolutismo e criou a separação dos três poderes (Executivo Legislativo e Judiciário). Para ele o fato dos homens terem escolhido um representante não quer dizer que eles não podem questionar e até destituir o mesmo se ele não cumprir ou ferir seus direitos.
"As leis foram feitas para os homens e não os homens para as leis."
John Locke
  • Rousseau defende que o próprio povo é que deve governar e criar as leis, sendo chamada de democracia direta, rejeitando a tradição política da sua época, e que a propriedade privada é uma das causas da desigualdade e pobreza.
"Liberdade é obediência às leis que a pessoa estabeleceu para si própria."
Jean-Jacques Rousseau

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Os valores

Para as pessoas, possuir um comportamento moral tem valor. Ter um conteúdo axiológico (axios = valor em grego) significa considerar condutas positivas, boas e também más, negativas (do ponto de vista moral). Quando se fala em valor pensamos não só na justiça, beleza, bondade, mas também na inutilidade, injustiça, entre outros.

O valor econômico:
O termo “valor” deriva da economia e hoje se refere a todos os setores da atividade humana. Para um objeto ter valor de uso, é indispensável que se satisfaça a necessidade humana, sendo natural ou produto do trabalho humano. A mercadoria é um objeto útil que satisfaz a necessidade humana, portanto possui um valor de uso. Quando esses produtos se destinam a trocas, eles adquirem valor duplo: o de troca e o de uso. O valor de uso coloca o objeto em uma relação direta com o homem, o valor de troca surge como propriedade das coisas, sem nenhuma relação com o ser humano. Os valores de uso e troca existem em relação às propriedades naturais do objeto-suporte e ao homem, pois sem ele o objeto não existiria como objeto de valor.

Pode-se concluir que “o valor não é propriedade dos objetos em si, mas propriedade adquirida graças a sua relação com o homem como ser social” (Vazquez. Ética ed. 14).

A Natureza dos Valores:
De acordo com (Bastos, C. R. & Martins, I. G. 1988:12-15) “falar de valores humanos significa, sobretudo, destacar do homem a capacidade de produtor da realidade construída a partir de uma consciência do que valoriza e transmite, realiza e transforma”.

A história da evolução dos seres humanos vem sendo assim desde quando estes surgiram no planeta Terra. Os homens, ao contrário de outros animais, são seres racionais que construíam princípios que ajudavam a distinguir entre o bem e o mal (o que interferia também na busca de ideais e felicidade). Nos primeiros indivíduos (pré-história) essa consciência era menor, mas foi evoluindo e tornou o ser humano cada vez mais capaz de armazenar conhecimento.

Relacionados à cultura, os valores apresentam uma forma de exibição bipolar, comportando-se de acordo com a sociedade: seus componentes positivos e negativos. Dessa forma, compreende-se que os valores humanos associam-se à política da sociedade que os produz, e, com eles, torna-se possível entender a cultura e as organizações.

É possível dizer que os valores humanos surgiram aproximadamente com a espécie humana, mas somente após a criação da escrita e o início da polis, [“Polis é a Cidade, entendida como a comunidade organizada, formada pelos cidadãos (no grego “politikos”), isto é, pelos homens nascidos no solo da Cidade, livres e iguais”. (Convite a Filosofia, capítulo 7, Marilena Chauí, Editora Ática)], com a necessidade de se compreender o ser humano, é que os valores ganham espaço. Os primeiros questionamentos relacionados aos direitos naturais foram feitos por filósofos que indagavam, por exemplo, o que é a vida, a verdade e a justiça.

Na historia da humanidade, os valores têm sido definidos sobre diversas visões filosóficas e antropológicas a respeito de sua formação e determinação. “Descarte, os valores constituem um fenômeno complexo e multifacetado que guarda intrinsecamente todas as esferas da vida humana vinculada a seu mundo social e histórico, à subjetividade das pessoas e ao inter-relacionamento institucional, em que a família se constitui no ambiente primeiro onde os valores têm seu principal apoio” (Corzo, J. R. F: 2001).

Atualmente esta acontecendo uma “crise de valores” onde estes estão se modificando ou estão sendo degradados. Cabe ressaltar que na historia da humanidade sempre houve degradações dos valores, então é necessário conviver com essa ordem natural do homem.

Na historia da filosofia sempre esteve presente à questão dos valores, todavia, somente na contemporaneidade passa a ser estudado detalhadamente com o desenvolvimento da axiologia (Axiologia - Teoria dos valores em geral).

Objetividade e Subjetividade dos Valores:
O conceito de valor é estudado e avaliado em várias áreas do conhecimento. A filosofia descreve o valor como nem totalmente objetivo, nem totalmente subjetivo.
Objetividade dos valores:
Defendido normalmente pelas religiões, esta posição, também defendida por filósofos como Platão (foto), mostra que em todas as épocas, sejam históricas ou culturais, sempre existiram pessoas que tomaram um conjunto de valores como por exemplo à justiça, como ideais a atingir, não os identificando todavia com nada de concreto ou circunstancial. O objetivismo prega que os valores são imutáveis, absolutos e incondicionados e para existirem não precisam se relacionar as coisas reais. Como exemplo pode-se citar os cristãos que se apoiam no Novo Testamento e declaram que valores e normas morais são absolutos (não dependem da sociedade nem das pessoas, e sim da vontade divina).
Subjetividade dos valores:
Defende que os valores mudam ao longo do tempo, dependendo da época, da sociedade e dos indivíduos que a compõe. O valor é subjetivo quando, para existir, necessita de certas vivencias pessoais. Na filosofia muitos defendem essa concepção como os sofistas por exemplo, que afirmavam que a verdade e a moral são convenções que variam de acordo com a sociedade, de individuo para individuo. A falha do subjetivismo relaciona-se ao fato de que esta reduz o valor a pequenas vivencias.
O objetivismo e o subjetivismo não são capazes de definir os valores. Estes não se reduzem às vivências do homem e nem existem independentemente do mundo real. Os valores existem para um ser humano não como mero indivíduo, mas como ser social; exigindo um suporte material, sensível, sem o qual não têm sentido.

Valores Morais e Não Morais:
Valores morais são aqueles que existem exclusivamente em atos humanos, o que tem significado humano pode ser avaliado moralmente. Dessa forma, pode-se denominar moralmente a conduta dos indivíduos e dos grupos sociais, as intenções de seus comportamentos com seus resultados e conseqüências, as atividades, etc. Uma obra de arte, por exemplo, pode ter valor estético, político ou moral. Pode-se julgar uma obra de arte por seu valor estético, religioso ou político, mas é desnecessario reduzir um valor ao outro. Mas, ainda que os valores se juntem num mesmo objeto, não devem ser confundidos. Isso se aplica no caso dos valores morais e não morais. A diferença entre estes é que os valores morais se encarnam apenas em produtos humanos e os valores não morais realizam-se sempre de modo voluntário, consciente.
Bibliografia:

quarta-feira, 25 de junho de 2008

O perfil do líder na atualidade

Ser carismático, valorizar as pessoas, motivar colaboradores, saber ouvir e dar feedback. Essas são apenas algumas das caracteristicas atualmente atribuídas a um bom líder e exigidas pelo mercado profissional. As empresas estão a procura de gestores que coordenem e executem tarefas com total dedicação e paixão pelo que fazem.
O líder é o ponto-chave dentro de uma organização. Ele é o responsável pelo desenvolvimento da equipe. O sucesso de uma empresa depende muitas vezes da atitude do gestor. Uma liderança ruim pode trazer serias consequencias para todos.
Para a professora Maria do Rosário Martins, mestre em Administração ser líder nos dias de hoje é ter a capacidade de unir pessoas, comungar objetivos, amar e respeitar o próximo, é ter ética e nunca perder de vista os valores morais em prol do sucesso.
Fonte: Portal do Administrador

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Gestão da Qualidade e Automação dos Processos

Automação de Processos:
Interação entre os elementos do processo e dos recursos humanos com os mecanismos que visam informatizar certos procedimentos e operações.

Conceito de qualidade relacionado à automação de processos:
- Uma visão generalista de adequação ao uso:
Confiança no processo de produção: Associam-se a essa abordagem noções como o empenho para produzir um produto que atenda plenamente as suas especificações, isento de defeitos, sem erros, falhas ou defeitos.

Interação elementar entre o homem e a máquina:
- Andons: São painéis luminosos que indicam a situação da operação, em caso de parada de linha, apontam exatamente qual a área que precisa de assistência.



Desdobramento natural dessa interação:
- Jidoka (Autonomação): Transferência da inteligência humana para equipamentos automatizados de modo a permitir que as máquinas, assim como as pessoas, detectem a produção de uma única peça defeituosa e suspendam imediatamente seu funcionamento enquanto se solicita ajuda.


- Poka-Yoke (à prova de defeitos): Dispositivo ou mecanismo simples instalado na máquina ou no posto de trabalho que faz com que se evite a ocorrência de erros.O que se pretende é o autogerenciamento do trabalho, evitando tanto anormalidades quanto desarmando as situações favoráveis a seu surgimento. É um processo de automação com custos mínimos.
Introdução do computador na linha:
Surgem técnicas abrangentes como:


- CAD (computer aided designer): Projeto assistido por computador;
- CAM (computer aided manufacturing): Manufatura assistida por computador;
- CAE (computer aided engineering): significa o ensaio técnico ou a concepção de engenharia produzidos com o auxílio de um computador;
- CAPP: Planejamento do processo assistido por computador;
- CN (controle numérico): é uma forma de automação programável na qual as ações mecânicas de um equipamento ou da ferramenta de uma máquina são controladas por um programa contendo dados alfanuméricos codificados.
- CNC (computer numerical control): “Máquina operatriz controlada por computador”;
- Os sistemas flexíveis de produção;
- Processos integrados de produção assistidos por computador.
Esquemas mais específicos:
- Controle da qualidade assistido por computador;
- Garantia da qualidade assistido por computador;

Processos computacionais que imitam o homem em sua capacidade de pensar:
- Inteligência artificial: é a ciência ou arte que atribui à máquina características consideradas unicamente humanas.
- Redes Neurais: Faz referência aos neurônios humanos, estruturas responsáveis pela transmissão de respostas à estímulos externos e internos ao corpo.


- Sistemas Especialistas: são atividades específicas controladas por meio do computador.

Bibliografia:
- PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da Qualidade – Teoria e Prática. 2 ed. Editora Atlas, SP.
- SANDRONI, Paulo. Novíssimo Dicionário de Economia. Editora Best Seller (São Paulo, 2000).
- http://www.producao.ufrgs.br/

Decorrências da abordagem neoclássica:

Organização Funcional:

A organização funcional é uma estrutura organizacional que aplicou o princípio funcional ou princípio da especialização das funções para cada tarefa. Ele separa, distingue e especializa (germe do staff).

Características da organização funcional:
- Autoridade funcional ou dividida;
- Linhas diretas de comunicação;
- Descentralização das decisões;
- Ênfase na especialização.

Vantagens da organização funcional:
- Proporciona o máximo de especialização nos diversos orgãos ou cargos da organização;
- Permite a melhor supervisão técnica possível;
- Desenvolve comunicações diretas, sem intermediação, mais rápidas e menos sujeitas a distorções de transmissão;
- Separa funções de planejamento e de controle das funções de execução.

Desvantagens da organização funcional:
- Diluição e conseqüente perda de autoridade de comando;
- Subordinação múltipla;
- Tendência à concorrência entre os especialistas;
- Tendência à tensão e conflitos dentro da organização;
- Confusão quanto aos objetivos.

Fonte:
CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da Administração.
3 ed. Editora McGraw-Hill, São Paulo.

sábado, 14 de junho de 2008

Blogueiros profissionais

Os blogs arrastam centenas de internautas para a blogosfera e o mundo corporativo também foi seduzido por essa forma de comunicação, que coloca em diálogo direto executivos, funcionários, fornecedores e clientes. o uso dos blogs corporativos é uma tendência no mercado e já existem publicações que dão dicas para quem deseja criar seu próprio espaço virtual. Um deles é o livro Blogs corporativos-modismo ou tendências ? de Carol Terra.
Essa tendência gera uma nova frente de trabalho, entre outras que se criam no mundo das novas tecnologias: a do blogueiro profissional. Cada vez mais, executivos e empresários buscam nesse especialista ajuda para criar uma nova forma de comunicação. De acordo com a escritora, algumas empresas norte-americanas criaram, inclusive, a função de chief executive blogger, algo como um gestor executivo de blogs.
Os blogs corporativos começaram a surgir em 2004, nos Estados Unidos e na França. No Brasil, a ferramenta começou a ser usada por algumas empresas em 2005, mas 2006 foi o ano em que o assunto se tornou mais popular.
Muitos executivos se renderam aos encantos dos diários virtuais. Não existe dados oficiais sobre o numero de blogs corporativos no Brasil, mas um levantamento feito pelo escritor Fábio Cipriani, em seu endereço virtual, indica o crescimento dessa prática na rede: ele tem cadastrado 89 blogs corporativos, subdivididos em categorias: 21 de grandes empresas; 22 de campanhas de marketing;37 de pequenas e médias empresas; e 9 de presidente.
Fonte: Estado de Minas- Folha emprego- domingo, 8 de junho de 2008

domingo, 8 de junho de 2008

CONGRESSO DE RH


A Associação Brasileira de Recursos Humanos em Minas Gerais (ABRH-MG) promove na terça e quarta-feira, em Belo Horizonte, o 12º Congresso Mineiro de Recursos Humanos: A dialética no trabalho – Equilibrando contradições. O vice-governador do estado, Antônio Augusto Anastasia, vai ministrar uma das palestras do evento, que conta também com grandes nomes do RH brasileiro. Debates sobre os temas atuais e questões principais da área também estão na programação, que pode ser conferida no site www.abrhmg.org.br, ou pelo telefone: (31) 3213 1453.